mulher de blusa rosa com árvores ao fundo com crise alérgica espirrando

Se você sofre com crises de alergia, certamente já ouviu falar sobre os remédios que ajudam a controlar o desconforto. Nesse contexto, entender o que é um anti-histamínico e por que esse tipo de medicamento contribui para o alívio dos sintomas é fundamental.

Afinal, esses fármacos apresentam ativos que reduzem as reações alérgicas e, dessa maneira, proporcionam alívio para manifestações, como coceira, vermelhidão, inflamação e irritação 1.

No entanto, apesar da popularidade, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre essa classe medicamentosa. Por exemplo, é fundamental saber que nem todo anti-histamínico deixa sonolento. Além disso, existem versões indicadas para situações específicas 1.

Neste artigo, entenda como o fármaco age no corpo, quais são suas funções, as diferenças entre anti-histamínicos de 1ª e 2ª geração e em quais situações a melhor escolha é procurar um médico para iniciar o tratamento.

Aproveite a leitura!

Resumo

  • É uma classe de medicamentos que trata sintomas de alergia, como coriza, espirros e coceira nos olhos. Também pode aliviar desconfortos digestivos, como enjoo 7.
  • Esses medicamentos bloqueiam receptores nervosos e controlam a produção de histamina, molécula que protege o organismo, mas que, em excesso, provoca reações alérgicas 2.
  • Os principais tipos de antialérgicos são os de primeira e segunda geração, que atuam nos receptores H1 1.
  • Nem todo anti-histamínico deixa sonolento, provoca lentidão de reação, tontura, dor de cabeça e pressão baixa. Para confirmar os efeitos colaterais, certifique-se quanto à classe do medicamento ⁷.
  • Não se deve tomar anti-histamínico e bebida alcoólica em conjunto, porque o álcool pode intensificar os efeitos no sistema nervoso central, como sonolência, tontura e diminuição do estado de alerta 6.

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O que é um anti-histamínico?

É um medicamento antialérgico que ajuda a aliviar sintomas de alergia, como coriza, espirros e coceira nos olhos. Atua no bloqueio da ação da histamina, substância que o sistema imunológico libera durante reações alérgicas. Dessa forma, reduz manifestações como irritação, vermelhidão, inflamação e desconfortos respiratórios 1.

Entre suas várias funções, a histamina é conhecida por causar sintomas alérgicos e anafiláticos (estes, mais intensos e graves, como sensação de sufocamento e batimentos cardíacos acelerados). Essas reações ocorrem devido a substâncias, como 1:

  • alérgenos ambientais, como pólen, poeira, mofo e pelos de animais de estimação;
  • picadas e ferroadas de insetos;
  • alimentos, como amendoim e frutos do mar;
  • medicamentos.

A maioria dos remédios está disponível sem prescrição médica. No entanto, alguns exigem receita. Também são ativos comuns em descongestionantes nasais, xaropes contra tosse e analgésicos 1.

Além disso, há compostos com ação antialérgica presentes em medicamentos para gripes e resfriados, infecções virais com sintomas semelhantes aos das reações alérgicas 1.

Ao longo do artigo, você vai entender mais sobre o funcionamento desse fármaco e, inclusive, descobrir se anti-histamínico deixa sonolento. Continue a leitura!

Para que serve o anti-histamínico?

Para controlar reações alérgicas e aliviar desconfortos respiratórios e cutâneos. Essa ação ocorre, pois o medicamento bloqueia os receptores nervosos e regula a produção de histamina, molécula essencial na defesa do corpo, mas que, em excesso, provoca sintomas alérgicos, como coceira, irritação, vermelhidão e inflamação 2.

No contexto alérgico, a histamina atua como agente de defesa e é liberada quando o organismo entra em contato com substâncias potencialmente nocivas ou sensibilizantes 2.

Por exemplo, algumas pessoas são mais suscetíveis a alérgenos, como pólen, ácaros e poeira, que irritam as mucosas respiratórias e desencadeiam a resposta imunológica 2.

Esse contato estimula a liberação de histamina, que dilata os vasos sanguíneos e provoca coriza para levar células de defesa à região afetada 2.

Quando ocorre produção excessiva dessa substância, os sintomas se intensificam. Esses medicamentos bloqueiam sua ação nos receptores, o que reduz a resposta alérgica e controla o desconforto 2.

Leia também: Dor de cabeça: causas, tipos e como aliviar o sintoma

Como o antialérgico funciona?

O medicamento bloqueia ou reduz a ação da histamina, que está envolvida em diversos processos, como 3:

  • dilatação dos vasos sanguíneos (vasodilatação);
  • movimentação de fluidos entre os tecidos;
  • inflamações;
  • contrações musculares nos intestinos e pulmões;
  • secreção de ácido gástrico;
  • controle da frequência cardíaca;
  • transmissão de sinais entre células nervosas.

Para visualizar o mecanismo de bloqueio, imagine os receptores do sistema nervoso como brinquedos de encaixar. Cada receptor tem um formato específico, e a histamina se encaixa como uma peça exata 3.

Quando há produção excessiva de histamina, a molécula se liga rapidamente aos receptores correspondentes, o que provoca os sintomas típicos de alergia, como 3:

  • congestão nasal;
  • coriza;
  • espirros;
  • urticária e outras erupções cutâneas;
  • coceira;
  • olhos lacrimejantes.

O antialérgico, por ter estrutura semelhante à da histamina, ocupa os receptores e impede sua ativação. Esse bloqueio ajuda a controlar ou evitar os sintomas. Especificamente, o medicamento atua nos receptores H1, o que inibe sua ação por várias horas 3.

Antialérgicos aliviam náusea e enjoo?

Alguns medicamentos, sim, pois a histamina também participa de processos no sistema digestivo e no equilíbrio do organismo. Ao bloquear seus receptores, os fármacos reduzem os sinais relacionados ao mal-estar, especialmente em casos de enjoo de movimento ou outros distúrbios semelhantes, como após beber em excesso 3.

É importante lembrar que o remédio age apenas sobre a histamina. Outros agentes químicos também podem provocar reações alérgicas e, nesses casos, o remédio pode não ser suficiente 3.

Quais são os tipos de anti-histamínicos?

Os principais são os que atuam nos receptores H1, divididos em anti-histamínicos de primeira e segunda geração. Os de primeira geração têm ação menos seletiva e maior probabilidade de causar efeitos colaterais, como sonolência. Já os de segunda geração são mais seletivos e costumam provocar menos reações adversas 1.

Também existem medicamentos que bloqueiam os receptores H2 da histamina, utilizados principalmente no tratamento de condições gastrointestinais. Confira a seguir as características desses medicamentos.

O que é anti-histamínico que bloqueia receptores H1?

É o tipo mais utilizado no tratamento de alergias e divide-se em primeira e segunda geração. Os receptores H1 estão presentes em diversas partes do corpo, como neurônios, células musculares das vias aéreas e vasos sanguíneos. Quando ativados pela histamina, desencadeiam reações alérgicas no organismo 1.

Ao bloquear esses receptores, os medicamentos ajudam a controlar sintomas, como 1:

  • angioedema (inchaço da pele);
  • bronquite;
  • conjuntivite alérgica;
  • náusea;
  • dermatite atópica e outras reações cutâneas;
  • rinite alérgica;
  • sinusite;
  • urticária;
  • vômito.

O que é um anti-histamínico de primeira geração?

Também chamados de “clássicos”, são medicamentos mais antigos que tratam alergias. Sua principal função é bloquear a ação da histamina, responsável por sintomas alérgicos, como coceira, espirros e coriza. No entanto, atravessam facilmente a barreira hematoencefálica, o que explica a sonolência como efeito colateral comum 1.

Devido a essa característica, também podem ser úteis no tratamento de insônia, enjoo e náuseas associadas a viagens 1.

Quais os medicamentos antialérgicos de primeira geração?

Exemplos de antialérgicos H1 de primeira geração são 7:

  • ciproeptadina: estimula o apetite;
  • clemastina: alivia rinite alérgica sazonal;
  • clorfeniramina: combate dor de cabeça, febre e dor muscular em infecções virais;
  • cloridrato de hidroxizina: trata coceira de urticária, dermatite atópica e de contato;
  • difenidramina: reduz coceira, espirros e coriza;
  • dimenidrinato: trata náuseas, vômitos e tontura relacionados ao enjoo de movimento ou à gestação;
  • doxilamina: para alergias e insônia, tem efeito sedativo;
  • maleato de bronfeniramina: usado para reações alérgicas, gripes, rinite e sinusite.

O que é um anti-histamínico de segunda geração?

São versões mais modernas, desenvolvidas para tratar alergias com menos efeitos colaterais. Também agem no bloqueio da histamina para aliviar sintomas típicos, mas não provocam sonolência significativa, pois têm baixa penetração no sistema nervoso central. São os mais indicados para uso contínuo em quadros de rinite alérgica e urticária 1.

Quais os antialérgicos de segunda geração?

Exemplos de anti-histamínicos H1 de segunda geração 7:

  • azelastina: trata rinite e conjuntivite alérgicas;
  • desloratadina: alivia sintomas de rinite alérgica;
  • dicloridrato de cetirizina: indicado para rinite alérgica sazonal e perene, além de urticária;
  • fexofenadina: combate urticária (erupções na pele e coceira) e sintomas da rinite alérgica;
  • loratadina: eficaz contra coceira no nariz, coriza, espirros e urticária.

Se você ainda tem dúvidas sobre a diferença entre anti-histamínicos de 1ª e 2ª geração, confira a tabela a seguir e veja de forma resumida as principais características de cada tipo de medicamento.

Qual a diferença entre anti-histamínicos de 1ª e 2ª geração?

Característica

1ª geração

2ª geração

Período de desenvolvimento

Medicamentos mais antigos

Medicamentos mais modernos

Ação no organismo

Atuam de forma menos seletiva em vários receptores

Ação mais seletiva nos receptores H1 ligados às alergias

Penetração no sistema nervoso central

Alta

Baixa

Efeito sedativo

Comum, podendo causar sonolência

Raro ou muito menor

Duração do efeito

Geralmente de 4 a 6 horas

Pode durar de 12 a 24 horas

Uso mais comum

Alívio rápido de sintomas alérgicos, enjoo ou insônia em alguns casos

Tratamento contínuo de alergias como rinite e urticária

Exemplos de princípios ativos

difenidramina, clorfeniramina, dimenidrinato, hidroxizina

loratadina, cetirizina, desloratadina, fexofenadina


Em resumo, as principais diferenças entre anti-histamínicos de 1ª e 2ª geração estão relacionadas ao perfil de efeitos colaterais. Os medicamentos de 1ª geração são mais antigos e costumam causar mais sonolência, enquanto os de 2ª geração são mais modernos e, em geral, provocam menos ou nenhum efeito sedativo 1.

O que é anti-histamínico que bloqueia receptores H2?

Esses medicamentos atuam principalmente no sistema digestivo. Os receptores H2 estão concentrados nas células do estômago responsáveis pela produção de ácido gástrico, além de estarem presentes em algumas células musculares lisas e cardíacas. Ao bloquear a ação da histamina, reduzem a produção de ácido no estômago 6.

São utilizados no tratamento de diferentes condições gastrointestinais, como 6:

  • doença do refluxo gastroesofágico (DRGE);
  • gastrite;
  • síndrome de Zollinger-Ellison;
  • úlcera péptica ⁶.

Exemplos de anti-histamínicos H2

Entre os principais medicamentos dessa classe estão a cimetidina, que reduz a acidez do estômago; a famotidina, utilizada para prevenir o surgimento de úlceras recorrentes; e a nizatidina, que diminui a produção de ácido gástrico e pode ser indicada para tratar esofagite e outras condições gastrointestinais 6.

Quais os possíveis efeitos colaterais?

Em geral, os bloqueadores H2 são bem tolerados pelo organismo. Ainda assim, podem provocar alguns efeitos adversos, como diarreia ou constipação, fadiga, tontura e confusão mental. A cimetidina exige atenção especial, já que pode causar efeitos hormonais, como ginecomastia em homens e galactorreia em mulheres 6.

Além disso, esses medicamentos podem interferir no sistema do citocromo, responsável pela metabolização de diversos fármacos, o que aumenta o risco de interações medicamentosas e toxicidade 6.

Quando é preciso ter cautela?

Pessoas com alterações hemodinâmicas, como pressão arterial e fluxo sanguíneo, pressão intraocular elevada ou retenção urinária devem utilizar esses medicamentos com cautela. Essas condições podem se agravar durante o tratamento. Portanto, a avaliação médica é importante para orientar o uso seguro e evitar possíveis complicações 6.

Uma dúvida comum entre as pessoas que fazem uso do remédio é se todo anti-histamínico deixa sonolento. A seguir, vamos explicar.

Anti-histamínico deixa sonolento?

Nem todo antialérgico causa sono. Esse efeito é mais comum nos medicamentos de primeira geração, que conseguem chegar ao cérebro e atuar no sistema nervoso central, provocando sedação. Já os de segunda geração são mais seletivos e têm menor penetração no cérebro, o que reduz significativamente esse efeito colateral 1,3.

Já os componentes modernos, da segunda geração, são mais seletivos e agem apenas nos receptores H1 das áreas do corpo expostas ao alérgeno 1.

No caso de Engov, por exemplo, a sonolência pode surgir como reação adversa ao maleato de mepiramina. Esse efeito sedativo exige cuidado: evite dirigir ou operar máquinas após o uso 4.

Como identificar os antialérgicos sedativos?

Alguns fármacos que causam sonolência são: bronfeniramina, clorfeniramina, dexbronfeniramina, difenidramina, dimenidrinato, doxilamina, fenindamina, feniramina, pirilamina e triprolidina. Os antialérgicos sedativos reduzem o estado de alerta, o que provoca sono. Essa reação é perigosa para motoristas, operadores de máquinas pesadas e profissionais que precisam manter atenção constante 8.

Outro alerta importante é que muitos medicamentos usados no tratamento de gripes e resfriados comuns contêm antialérgicos. Portanto, consulte o farmacêutico para escolher uma opção que não cause sonolência 8.

Como tomar um antialérgico?

Depende do medicamento 7:

  • forma de ingestão ou aplicação: alguns precisam do apoio de alimentos ou água para evitar irritações gástricas;
  • dosagem: as doses variam conforme o medicamento, idade e peso. A quantidade de comprimidos, gotas ou aplicações deve seguir as recomendações;
  • horário: a bula informa o melhor momento do dia para o uso. Alguns são indicados à noite, especialmente os que causam sonolência;
  • duração: consulte a bula ou o farmacêutico para saber quanto tempo utilizar o medicamento.

Além disso, é essencial evitar condutas perigosas, como 7:

  • não aumentar ou dobrar a dose por conta própria;
  • não antecipar a dose, mesmo que utilize mais de uma por dia;
  • não usar dois antialérgicos diferentes ao mesmo tempo;
  • não administrar o medicamento em crianças menores de 4 anos sem recomendação médica;
  • evitar dirigir ou operar máquinas durante o tratamento com antialérgicos de primeira geração;
  • crianças e idosos com mais de 65 anos devem passar por avaliação médica antes de iniciar o uso desses medicamentos.

Os remédios da primeira geração têm ação de quatro a seis horas. Os da segunda geração atuam de 12 a 24 horas. Ambos são metabolizados pelo fígado 6.

Pode misturar anti-histamínico e bebida alcoólica?

Não é recomendado, pois o álcool pode potencializar efeitos no sistema nervoso central, como sonolência, tontura e redução do estado de alerta, especialmente com medicamentos de primeira geração. Essa combinação também aumenta o risco de prejuízo na coordenação e na atenção durante atividades que exigem concentração 6.

Dessa forma, evite misturar remédio anti-histamínico com bebida alcoólica, pois a combinação das substâncias pode causar efeitos adversos que prejudicam o bem-estar e a saúde.

O café é bom para alergia?

Ainda não há consenso científico sobre essa informação. Estudos indicam que a cafeína pode exercer efeitos imunomoduladores e anti-inflamatórios no sistema respiratório. No entanto, a substância também pode aumentar os níveis de histamina no organismo, o que, em algumas pessoas, pode intensificar os sintomas alérgicos 9,10.

Além disso, o efeito imunológico do café em sua forma natural permanece pouco compreendido, especialmente porque a bebida contém diversas substâncias bioativas além da cafeína 9.

Alguns estudos experimentais apontam resultados interessantes. Em uma pesquisa com camundongos, por exemplo, o café reduziu a responsividade das vias aéreas e as respostas alérgicas induzidas 9.

Nesse caso, os efeitos imunomoduladores e anti-inflamatórios foram superiores aos da cafeína isolada 9.

Apesar disso, é importante considerar que a cafeína também pode estimular o aumento de histamina no organismo. Estudos indicam que os níveis dessa substância podem subir cerca de 30 minutos após a ingestão e permanecer elevados por pelo menos duas horas 10.

Quais são os efeitos colaterais dos antialérgicos?

Entre os efeitos mais comuns dos medicamentos que atuam nos receptores H1, estão sonolência ou sedação, boca seca, tontura, zumbido, visão turva e lentidão de reação. Em alguns casos, especialmente em doses mais altas, também podem ocorrer insônia, euforia, perda de coordenação motora e confusão mental ou delírio 6.

Já os fármacos que atuam nos receptores H2, usados principalmente para problemas gastrointestinais, costumam ser bem tolerados. Ainda assim, podem causar diarreia ou constipação, fadiga, tontura e confusão mental 6.

A cimetidina, em particular, exige mais atenção por apresentar maior risco de efeitos adversos e interações medicamentosas 6.

Quais as contraindicações?

Devido ao risco de efeitos cardiotóxicos, alguns medicamentos são contraindicados para indivíduos com prolongamento do intervalo QTc, distúrbio que afeta a atividade elétrica do coração. Os pacientes que usam medicamentos que prolongam o QTc devem realizar monitoramento constante, devido ao risco de arritmias cardíacas graves 6.

O uso de antialérgicos durante a gestação é uma contraindicação relativa. Muitos estudos não demonstram risco significativo de malformações fetais com medicamentos de primeira geração. Para garantir a segurança, consulte o médico para avaliar a melhor alternativa para o tratamento da alergia 6,7.

As lactantes devem evitar o uso de antialérgicos, pois pequenas quantidades do medicamento podem passar para o bebê pelo leite materno 6.

Por fim, pessoas com função hepática ou renal comprometida também devem usar o medicamento com cautela 6.

Qual o melhor antialérgico e analgésico?

O Engov na versão comprimido é um medicamento indicado para aliviar sintomas de dor de cabeça, alergias, mal-estar e indisposição. Os principais componentes da fórmula e suas dosagens são 4:

  • maleato de mepiramina (15 mg);
  • hidróxido de alumínio (150 mg);
  • ácido acetilsalicílico (150 mg);
  • cafeína (50 mg).

A cafeína atua como estimulante leve do sistema nervoso central (SNC) e, quando combinada com analgésicos, auxilia no alívio da dor 4.

O maleato de mepiramina, também chamado de maleato de pirilamina, tem ação anti-histamínica e combate sintomas de reações alérgicas. Descoberta em 1944, essa substância é uma das mais eficazes da sua categoria 5.

Seu principal benefício é o alívio de sintomas como coceira intensa e hipersensibilidade. Dessa forma, também está nas fórmulas de medicamentos usados para tosse e resfriados 5.

A dose recomendada de Engov é de um a quatro comprimidos por dia. Se os sintomas persistirem, procure orientação médica 4.

Leia também: Em quanto tempo o Engov faz efeito? Entenda como funciona!

Engov: alívio dos sintomas alérgicos

Engov é um anti-histamínico e analgésico eficaz contra reações alérgicas, mas também é indicado para o alívio de sintomas clássicos da ressaca, como ⁴:

  • dor de cabeça;
  • azia;
  • mal-estar*;
  • indisposição*.

Vai de boa. Vai de Engov.

*Relacionados à dor de cabeça.

 

Engov. Maleato de mepiramina, hidróxido de alumínio, ácido acetilsalicílico e cafeína. Indicação: alívio dos sintomas de dores de cabeça e alergias. MS 1.7817.0093. Este medicamento é contraindicado em casos de suspeita de dengue. Se persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado. Agosto/2025.

Saiba mais sobre Engov

Sobre o autor

Dr. Márcio de Queiroz Elias

Trabalha na indústria Farmacêutica desde os anos 2000, vindo a atuar nas áreas de Saúde Feminina, Consumer Health, Clínica Geral, Pediatria, Dor e Inflamação, Reumatologia, Similares e genéricos.

Conheça o autor

1. Church MK, Church DS. Pharmacology of antihistamines. Indian J Dermatol. 2013 May;58(3):219-24. doi: 10.4103/0019-5154.110832. PMID: 23723474; PMCID: PMC3667286. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3667286/. Acesso em: fevereiro/2023.


2. Criado PR, Criado R, Maruta C, Machado Filho C. Histamina, receptores de histamina e anti-histamínicos: novos conceitos. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0365-05962010000200010. Acesso em fevereiro/2023.


3. Pastorino AC. Revisão sobre a eficácia e segurança dos anti-histamínicos de primeira e segunda geração. Disponível em: http://www.sbai.org.br/revistas/vol333/anti-histaminicos_33_3.pdf. Acesso em: fevereiro/2023.


4. Bula do Engov. Disponível em: https://www.engov.com.br/bula/. Acesso em fevereiro/2023.


5. Vieira, Luciane Cristina. Comparação da atividade anti-histamínica da clemastina e da pirilamina em íleo de Cavia porcelus (cobaio). (2005).


6. Farzam K, O’Rourke MC, Sabir S. Antihistamines [Internet]. PubMed. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2022. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK538188/. Acesso em maio/2025.


7. Antihistamine types & side effects [Internet]. Cleveland Clinic. 2024. Disponível em: https://my.clevelandclinic.org/health/treatments/antihistamines. Acesso em maio/2025.


8. Tabela: Como reconhecer os anti-histamínicos sedativos [Internet]. Manual MSD Versão Saúde para a Família. 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/multimedia/table/como-reconhecer-os-anti-histam%C3%ADnicos-sedativos. Acesso em maio/2025.


9. Wong YC, Hsu WC, Wu TC, Huang CF. Effects of coffee intake on airway hypersensitivity and immunomodulation: an in vivo murine study. Nutrition Research and Practice [Internet]. 2023;17(4):631. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10375320/. Acesso em maio/2025.


10. John J, Kodama T, Siegel JM. Caffeine promotes glutamate and histamine release in the posterior hypothalamus. American Journal of Physiology - Regulatory, Integrative and Comparative Physiology [Internet]. 2014 Sep 15;307(6):R704–10. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4166758/. Acesso em maio/2025.


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